Disponibilidade com SLA contratual
Arquitetura redundante para os sistemas que não podem cair: centro de controle, arrecadação, atendimento ao usuário e telemetria de campo.
Rodovias, saneamento, energia, mobilidade e PPPs operam sob contrato, prazo e fiscalização. A PWS Cloud sustenta os sistemas críticos dessa operação com disponibilidade em SLA, rastreabilidade para o poder concedente e custo previsível do primeiro ao último ano do contrato.
Em uma concessão, indisponibilidade não é inconveniente: é indicador de desempenho, é multa e é desgaste com o poder concedente. Nossa entrega parte dessa realidade.
Arquitetura redundante para os sistemas que não podem cair: centro de controle, arrecadação, atendimento ao usuário e telemetria de campo.
Logs íntegros, trilha de auditoria, retenção por prazo definido e relatórios de disponibilidade prontos quando a agência reguladora ou o verificador independente pede.
Sem data center próprio para construir, renovar e depreciar. Você direciona capital para os investimentos obrigatórios do contrato e paga infraestrutura como serviço, mês a mês.
Segmentação entre corporativo e ambiente operacional, controle de acesso, monitoramento contínuo e resposta a incidentes, com o cuidado que uma operação de serviço público exige.
Venceu um novo lote ou incorporou ativos? Ambiente provisionado em dias, com padrão replicável entre unidades, praças, estações e plantas.
Seu time cuida da concessão; a PWS cuida da infraestrutura. Monitoramento, plantão e escalonamento no mesmo ritmo do seu centro de controle.
A infraestrutura acompanha cada etapa da concessão: assinatura do contrato, entrada em operação, expansão de ativos e renovação ou transferência no fim do ciclo.
Do centro de controle ao ponto mais remoto da operação: infraestrutura, segurança e gestão em um único contrato.
Planejamento por ondas, ensaio de corte e plano de retorno. A operação de campo segue rodando enquanto o ambiente muda de lugar.
RPO e RTO definidos junto com o time de operação e testados periodicamente, com relatório de teste para comprovar.
Monitoramento, atualização, capacidade e plantão sob responsabilidade da PWS, com indicadores acordados e reportados.
Ambiente reservado e isolado para sistemas críticos, com desempenho previsível e controle total sobre onde os dados ficam.
Praças, estações, subestações, plantas e escritórios conectados com links redundantes e desempenho adequado à telemetria.
Custo de infraestrutura visível por contrato, lote ou unidade, do jeito que o controller e o plano de negócio precisam enxergar.
Sistemas herdados de outro operador ou de outra década ganham ambiente estável, suportado e integrável ao resto da operação.
Proteção de perímetro, identidade, endpoint e dados, com detecção de ameaças e resposta a incidentes para infraestrutura crítica.
Quem fornece utilidade essencial sob contrato de longo prazo vive a mesma lógica de uma concessão: disponibilidade é obrigação, não meta.
A Ecogen investe, implanta e opera plantas de geração e cogeração dentro da operação dos seus clientes, com contratos de longo prazo e um centro de controle operacional acompanhando as plantas 24 horas por dia. Se o ambiente que sustenta esse acompanhamento oscila, o problema não fica na TI: chega ao chão de fábrica de outra empresa.
Foi essa cadeia de responsabilidade que orientou o desenho do ambiente com a PWS Cloud: nada entrou em produção sem plano de retorno, e cada mudança foi tratada como mudança em serviço essencial.
Concessionária responde a agência reguladora, poder concedente, verificador independente, auditoria e, quando há dado pessoal envolvido, à ANPD. A infraestrutura precisa produzir evidência, não só funcionar.
Cadastro de usuários, cobrança, atendimento, ouvidoria e imagens de monitoramento tratados com base legal, controle de acesso e registro de quem acessou o quê.
Infraestrutura em data centers no Brasil, com previsibilidade jurídica e resposta rápida a demandas de autoridades e do próprio contrato de concessão.
Logs íntegros e preservados pelo prazo que o contrato exige, com evidência de integridade, transformando "nós acreditamos que" em "aqui está".
Cenários de desastre desenhados com o time de operação, testados em janelas combinadas e documentados em relatório assinado a cada ciclo.
Redes e acessos segmentados entre TI administrativa e ambiente operacional, reduzindo o caminho entre um e-mail malicioso e o sistema que controla o serviço.
Disponibilidade, incidentes, mudanças e testes reportados em periodicidade definida, no formato que a área de contratos precisa encaminhar.
Contratos diferentes, agências diferentes, indicadores diferentes, e o mesmo requisito: a operação não pode parar.
Traga o seu. Analisamos os requisitos de disponibilidade, segurança e prestação de contas antes de falar em tecnologia.
Uma sequência conhecida, com pontos de decisão claros e nenhuma surpresa no meio do caminho.
Levantamos sistemas, sites, obrigações contratuais e pontos de fragilidade.
Proposta com criticidade por sistema, RPO e RTO, responsabilidades de cada lado e investimento aberto, sem letra miúda.
Migração por ondas, em janela combinada, com critério de sucesso definido e caminho de volta pronto antes de começar.
Monitoramento 24×7, reunião de acompanhamento, testes de recuperação e revisão de custo ao longo de todo o contrato.
Respostas diretas para as dúvidas que aparecem antes de qualquer decisão de infraestrutura em uma concessão.
Sim. O desenho parte dos requisitos contratuais, regulatórios e operacionais para definir disponibilidade, segurança, retenção, rastreabilidade e responsabilidade entre as equipes.
A arquitetura considera exportação, documentação, inventário e retenção desde o início, para que dados e evidências possam ser entregues de forma organizada no encerramento, renovação ou transferência.
Sim, quando há planejamento por ondas, ambiente paralelo, validação de critérios de sucesso e plano de retorno antes de qualquer movimentação crítica.
A decisão depende do risco e da arquitetura. Em muitos cenários, sistemas operacionais permanecem segmentados enquanto dados, integrações, backup, gestão e camadas corporativas são modernizados com segurança.
O modelo prioriza OPEX previsível, revisão periódica de capacidade e visibilidade por contrato, lote ou ativo, evitando ciclos pesados de renovação de infraestrutura própria.
Os dados ficam em data centers brasileiros, com controles de acesso definidos, trilha de auditoria e políticas de segurança alinhadas ao contrato e à LGPD.
Solicite um diagnóstico gratuito: mapeamos os sistemas críticos, os riscos de indisponibilidade e as obrigações contratuais que dependem de TI, e mostramos, em números, o que muda.