Traga o mapa da sua operação.
Levantamos filiais, garagens, CDs, terminais, sistemas e horários de pico antes de falar em tecnologia — e mostramos onde está o risco real de parada.
TMS, WMS, bilhetagem, roteirização, rastreamento e emissão fiscal não têm janela de manutenção. A PWS Cloud mantém a operação no ar 24×7, absorve o pico sazonal sem hardware novo e protege sua malha contra ransomware.
O cutoff do embarcador, a janela de descarga, o horário do embarque, o feriado prolongado. Cada minuto fora do ar acontece exatamente quando custa mais caro — e é por isso que a operação, e não a TI, define o desenho do ambiente.
Arquitetura redundante para os sistemas que não podem cair: centro de controle, arrecadação, atendimento ao usuário e telemetria de campo.
Black Friday, safra, alta temporada, feriado prolongado. A capacidade sobe quando o volume sobe e volta depois — sem comprar hardware que fica ocioso o ano inteiro.
Rota, horário, valor de carga e lista de passageiros são informação sensível. Proteção em camadas, backup imutável e recuperação testada para o dia em que alguém tentar parar sua operação.
Matriz, filiais, garagens, CDs, terminais e bases avançadas acessando os mesmos sistemas com o mesmo desempenho — inclusive onde o link é o que é.
EDI do embarcador, portal de tracking, site e app de venda de passagem. Tudo o que seu cliente acessa sustentado com o mesmo nível de serviço dos sistemas internos.
Sua equipe cuida do cliente e da malha; a PWS monitora, atualiza e responde a incidentes no mesmo turno em que a operação acontece — inclusive na madrugada.
Toda operação de transporte atravessa seis etapas, e cada uma depende de um sistema diferente. Mapear onde a indisponibilidade dói é o primeiro passo para definir prioridade, redundância e tempo de recuperação.
O pedido entra por EDI, API ou portal, é conferido e vira ordem de coleta ou de separação dentro da malha.
Endereçamento, picking, conferência e paletização no centro de distribuição, com coletores em tempo real.
Montagem de carga, definição de rota, sequência de entregas e alocação de veículo e motorista.
Emissão e autorização de CT-e e MDF-e, averbação do seguro e liberação do veículo na portaria.
Rastreamento, telemetria, checkpoints do gerenciamento de risco e comunicação com a torre de controle.
Canhoto digital, comprovante de entrega, tratamento de ocorrências e fechamento do frete.
Da venda da passagem ao desembarque, informação disponível mantém a operação organizada.
Site, aplicativo, guichê e disponibilidade de assentos precisam trabalhar juntos.
Escalas, bilhetagem e validação conectam equipe, terminal e veículo.
Rastreamento, informações ao passageiro e tratamento de ocorrências dependem de dados atualizados.
Conciliação de vendas, repasses e integrações financeiras fecham o ciclo.
Venda indisponível, lista desatualizada e terminal isolado afetam diretamente o passageiro.
O projeto define acesso, redundância e recuperação para cada etapa crítica.
Do centro de distribuição ao terminal de embarque, do guichê ao motorista na rota: infraestrutura, segurança e gestão em um único contrato.
de redução média nos custos de infraestrutura
de operação assistida, no ritmo do centro de controle
dos dados armazenados em território nacional
Uma operação de transporte parada é uma operação que paga para voltar rápido — e o crime digital sabe disso. Aqui, segurança não é módulo à parte: é como o ambiente é construído.
Cópias imutáveis e isoladas do ambiente produtivo, para que a resposta a um sequestro de dados seja restaurar, e não negociar.
RPO e RTO definidos por sistema, com emissor fiscal, bilhetagem e WMS na frente da fila. Teste periódico e relatório de evidência a cada ciclo.
Valor de carga, itinerário, horário de saída e lista de passageiros ficam sob controle de acesso nominal e registro de consulta. Vazamento de rota é risco físico.
Endereço, CPF, foto de canhoto, cadastro de passageiro e dados de motorista tratados com base legal, retenção definida e acesso restrito a quem precisa.
Agregados, agentes, canais de venda, empresas parceiras e fornecedores de sistema entram por acesso segmentado, temporário e auditável.
Relatórios de disponibilidade, incidentes e mudanças no formato que a área comercial precisa apresentar em reunião de contrato ou em prestação de contas ao órgão regulador.
Operações diferentes, sistemas diferentes, picos diferentes — e o mesmo requisito: o veículo precisa sair no horário.
Levantamos filiais, garagens, CDs, terminais, sistemas e horários de pico antes de falar em tecnologia — e mostramos onde está o risco real de parada.
Uma sequência conhecida, com pontos de decisão claros e nenhuma surpresa no meio do caminho.
Mapeamos sistemas, filiais, CDs, terminais, horários de pico e o que acontece com a operação quando cada um deles cai.
Proposta com criticidade por sistema, RPO e RTO, responsabilidades de cada lado e investimento aberto.
Ondas curtas, no horário de menor movimento, com critério de sucesso e plano de retorno definidos antes de cada corte.
Monitoramento 24×7, teste de recuperação, revisão de capacidade antes do pico e de custo depois dele.
Respostas diretas para as dúvidas que aparecem em toda conversa sobre infraestrutura em transporte e logística.
O projeto define redundância e contingência para cada sistema crítico, inclusive emissão fiscal e bilhetagem. A continuidade também depende do fornecedor da aplicação e da conectividade local; os tempos de recuperação são acordados no escopo.
A capacidade é planejada considerando o calendário da operação. As regras para ampliar e reduzir recursos, os prazos e os valores são combinados na proposta.
A conectividade de cada ponto é avaliada antes da migração. Links alternativos, priorização de tráfego e recursos locais de contingência podem fazer parte do desenho.
É necessário validar versões, banco de dados, licenças e integrações com o fornecedor. Dependências específicas podem exigir ajustes ou a manutenção de parte do ambiente local.
O desenho combina controle de acesso, proteção das estações, cópias isoladas e testes de recuperação. As medidas reduzem riscos e ajudam na resposta; o escopo e as responsabilidades são definidos no projeto.
O cronograma considera volume de dados, integrações e horários de menor movimento. Cada onda tem testes, critérios de aceite e plano de retorno, com a janela de interrupção acordada previamente.
Solicite um diagnóstico gratuito: mapeamos os sistemas críticos, os horários em que uma parada custa mais caro e o tempo real de recuperação da sua operação hoje.